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Impugnação de Prova

Impugnação de prova digital: onde a prova da outra parte costuma falhar

Cadeia de custódia sem registro, coleta sem ferramenta forense e ausência de hash. Os pontos que uma análise técnica examina.

Nem toda prova digital resiste a uma análise técnica. Arquivos, prints, áudios e relatórios juntados aos autos precisam demonstrar origem, integridade e método de coleta, e é justamente aí que muitas provas falham.

Pontos de falha mais comuns

  • Cadeia de custódia sem registro das etapas
  • Coleta feita sem ferramenta ou procedimento forense
  • Ausência de hash que comprove a integridade do arquivo
  • Metadados alterados, incompletos ou ausentes

O que a análise examina

Cada etapa é confrontada com as boas práticas e normas aplicáveis: a integridade e a origem do arquivo, o método de coleta utilizado, as diretrizes da ISO/IEC 27037 e os requisitos de cadeia de custódia do art. 158-A do CPP.

O prazo é decisivo

Na impugnação, tempo é argumento. Quanto antes a análise técnica começa, mais forte e fundamentada fica a tese. O resultado é um parecer técnico com quesitos estratégicos, pensado para apoiar a manifestação do advogado.

Conteúdo informativo. Cada caso exige análise técnica própria.